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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

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TECH

Contra a espionagem

O governo americano grampeia as comunicações do mundo inteiro. Mas agora surgiu o primeiro smartphone especialmente criado para resistir à espionagem. Será que dá para confiar?

por Bruno Garattoni e Fernando Badô

QUEM INVENTOU

O celular, que se chama Blackphone, foi criado pela empresa Silent Circle, que oferece serviços de proteção de dados. Ela tem sede na Suíça e um de seus fundadores é o programador Phil Zimmermann - criador do PGP (Pretty Good Privacy), um dos softwares de criptografia mais confiáveis que existem. Ou seja: as credenciais são boas.

O QUE ELE TEM

O aparelho usa o sistema operacional PrivatOS, uma versão modificada do Android. Ele não acessa a loja de aplicativos do Google (que pode ser fonte de vírus), e vem com seus próprios apps: Silent Phone, para voz e vídeo, Silent Text, para mensagens de texto, Disconnect, para navegação anônima na web, e Silent Contacts, que protege a agenda.

COMO FUNCIONA

Esses aplicativos codificam todas as informações que entram e saem do celular. Isso significa que, em caso de grampo, os espiões não conseguirão ler os dados. O sistema permite se comunicar com outros donos de Blackphone, ou com usuários de iOS e Android normal (nesse caso, é preciso instalar os apps e pagar uma mensalidade).

A CONCLUSÃO

Como há indícios de que os EUA conseguem quebrar alguns sistemas de criptografia, o Blackphone não pode ser considerado invulnerável. E a Silent Circle não liberou o código-fonte do PrivatOS para que seja analisado por experts independentes. Mas o celular é um passo na direção certa - no mínimo, dificulta a vida dos arapongas.

 

1. OLHOS DE LASER

Este carro é o primeiro com faróis laser, que alcançam 610 metros (contra 400 dos faróis comuns). Não há perigo, pois o raio não é emitido diretamente - dispara contra uma placa de fósforo, dentro do farol, que converte o laser em luz inofensiva.

BMW i8 - NOS EUA: R$375 MIl - bmw.com

2. LUVA DE COZINHA

Em 1989, a Nintendo lançou a Power Glove, uma luva para games. Mas era lenta e imprecisa, e logo saiu do mercado. Agora voltou, só que mais simples (e mais útil): em versão de silicone, para pegar pratos quentes no forno.

Power Mitt - Nos EUA: R$ 87 - indiegogo.com

3. SEM ENCOSTAR

Dá para controlar este notebook sem tocar no teclado ou na tela. Basta mover a mão na frente dele, que tem um sensor de movimentos. Pode-se navegar pelo Google Earth, acessar fotos e vídeos e jogar games simplesmente com gestos.

ENVY 17 Leap - Nos EUA: R$ 2.340 - hp.com

4. QUITANDA DA AMAZON

Você passa o sensor sobre um produto, e a Amazon manda mais para a sua casa. São 500 mil itens, de frutas a papel higiênico. O aparelho é grátis (os produtos são cobrados). O serviço só funciona nos EUA.

Amazon Dash - Nos EUA: N/D - bit.ly/1Buxbyw

5. AO QUE INTERESSA

Um aparelho auditivo para quem não é surdo - mas quer focar no que interessa. Este gadget analisa a acústica de cada local (casa, carro, restaurante etc.), destaca a voz da pessoa com quem você está falando e abafa o resto.

Soundhawk - Nos EUA: R$ 625 - soundhawk.com

6. CINEMA DE BOLSO

O sensor de imagem desta câmera mede 87 mm2. É cinco vezes maior que o de um iPhone, e quase tão grande quanto o de uma câmera de cinema (Super 16). Graças a isso, ela tem qualidade impressionante. E pesa só 350 g.
Pocket Cinema - Nos EUA: R$ 1.131 - goo.gl/etNKNZ

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Superinteressante ed. 345
abril/2015

Falta de sol e a polêmica da vitamina D
Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

- sumário da edição 345
- folheie a Superinteressante

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