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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

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TECH

O fim das senhas

Uma para o computador, outra para o celular, várias para a Internet... é difícil se lembrar delas. Mas esta pulseira promete uma solução: os seus batimentos cardíacos

O conceito

Quando o seu coração bate, produz sinais elétricos. Esses sinais oscilam ao longo do tempo, formando um padrão que é diferente para cada pessoa. É o chamado eletrocardiograma. Ele é como se fosse uma assinatura cardíaca, que só você tem. E pode ser utilizada como senha de acesso.

Como funciona

A pulseira tem um sensor na parte de cima. Quando você encosta seu dedo nele, o gadget mede as oscilações elétricas do seu coração. Ao usar a pulseira pela primeira vez, é preciso "treiná-la", deixando o dedo nesse sensor durante aproximadamente dois minutos - tempo no qual ela irá captar e armazenar a sua assinatura cardíaca. Pronto.

Qual a vantagem

Quando você quiser abrir o seu smartphone, computador ou sites da internet, basta tocar o dedo no sensor por alguns segundos. A pulseira irá confirmar que você é você, e destravará o acesso ao seu computador ou smartphone (enviando um comando sem fios, via Bluetooth). No futuro, ela também poderá ser usada em caixas eletrônicos.

O que mais faz

A pulseira tem sensores de movimento embutidos. Ou seja: é capaz de reconhecer gestos, que podem ser programados para executar determinadas ações - girar o pulso para colocar o celular no modo silencioso, por exemplo. Segundo o fabricante, há cerca de 6 mil desenvolvedores criando aplicativos para a pulseira (que será lançada este mês).

Nymi - Nos EUA: R$ 175 - getnymi.com

 

1. Na cabeça

A tela deste tablet tem 13,3", quase o mesmo tamanho de um papel A4. Por isso, exibe documentos em tamanho real (você não precisa ficar dando zoom). E também vem com uma caneta digital, que permite fazer anotações à mão. Ótimo para estudar.

Sony Digital Paper - Nos EUA: R$ 2.430 - sony.com

2. No bolso

Chega de ficar sem bateria no celular. Esta tem o formato de um cartão, pesa apenas 45 gramas e pode ser levada na carteira. Ela se conecta a qualquer gadget portátil (via cabo USB) e tem energia suficiente para até cinco horas de uso.

Powercard - Nos EUA: R$ 75 - monsterproducts.com/mobile/powercard

3. No chão

Você encaixa este sensor no capacete e sai de bike ou skate. Se cair e bater a cabeça com força (suficiente para desmaiar), ele envia um sinal, via 3G, pedindo socorro e informando sua localização a um amigo ou parente.

Icedot - Nos EUA: R$ 330 - icedot.org

4. Nas costas

Desenvolvida por brasileiros, esta mochila vira um skate elétrico - que alcança 24 km/h e tem autonomia de 14 km. Para acelerar, usa-se um controle remoto sem fios (para virar, é só inclinar o corpo para os lados). É relativamente leve: 7,7 kg.

Movpak - Nos EUA: R$ 2.620 - movpak.com

5. No ponto

Fazer churrasco no olhômetro é coisa de luditas. Este termômetro permite grelhar carnes com precisão, monitorando sua temperatura interna. Basta espetar os sensores wireless nos filés e vigiar o cozimento pelo iPhone.

iGrill 2 - Nos EUA: R$ 220 - store.idevicesinc.com/igrill2

6. No micro-ondas

Este gadget promete fazer café expresso no micro-ondas. Basta adicionar água, inserir um sachê de café e colocar no forno por 30 segundos. Ao ser aquecida, a água passa pelo filtro - e o café cai na xícara.
Piamo - Na Europa: R$ 120 - piamo-espresso.de

 

 

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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças. Assine a Super Compre a Super

Superinteressante ed. 345
abril/2015

Falta de sol e a polêmica da vitamina D
Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

- sumário da edição 345
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