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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

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Um robô diferente dos outros

Baxter é o primeiro que pode ser ensinado como se fosse uma criança: basta fazer as coisas na frente dele

por Thaís Harari

Os robôs industriais geralmente se resumem a um braço ou uma garra, que é programada para fazer uma tarefa bem específica. Mas o robô Baxter, que foi criado pela empresa americana Rethink Robotics, é diferente. Ele é o primeiro que pode ser ensinado a fazer qualquer coisa, por qualquer pessoa. Não é necessário programar nenhum comando. Basta pegar os braços e as mãos do robô e mexê-los, fazendo a tarefa que você quer ensinar (como colocar produtos em uma esteira ou tirá-los de caixas). Baxter observa tudo com seus olhos - câmeras - e aprende.
Se não entender alguma coisa, faz cara de confuso e pede para repetir. Ele custa US$ 25 mil, metade do preço de um robô industrial comum. A empresa pretende vendê-lo para fábricas de comida, plásticos e metais, mas ele também está sendo testado pela Nasa - que cogita usá-lo como jardineiro, na manutenção de hortas espaciais.

Anatomia metálica

CARA SIMPÁTICA

As expressões do rosto indicam como o robô está: pronto, trabalhando, confuso, surpreso (quando detecta a aproximação inesperada de alguma pessoa), com defeito ou desligado. Também tem uma câmera superior, com a qual Baxter enxerga.

MÃOS ESPERTAS

Os braços têm aproximadamente 1 metro de comprimento, se movem em todas as direções e podem ser acoplados a vários tipos de mão - garra, pinça, pincel etc. As mãos têm microcâmeras embutidas nas pontas, para que o robô possa ver os detalhes do que está fazendo.

CORPO GENTIL
O robô foi projetado para trabalhar junto com seres humanos, sem risco de machucá-los. Por isso, tem sensores que detectam o que está acontecendo em volta - e para de se mexer se encostar em alguém (ou perceber que uma pessoa vai esbarrar nele).

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Superinteressante ed. 345
abril/2015

Falta de sol e a polêmica da vitamina D
Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

- sumário da edição 345
- folheie a Superinteressante

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