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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

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TECH

Seu último smartphone

A maioria das pessoas troca de celular a cada dois ou três anos. Mas e se fosse possível mantê-lo para sempre - e trocar apenas as peças? Conheça a nova ideia do Google

por Bruno Garattoni e Fernando Badô

O PROBLEMA

O tempo é cruel com os celulares. Por melhor que seja, qualquer um deles fica obsoleto depois de alguns anos. O aparelho vai ficando cada vez mais lento, e em determinado momento para de aceitar as novas versões do Android, do iOS e dos apps. Isso acaba fazendo você comprar um novo.

A SOLUÇÃO

O Google tem uma resposta interessante: o Ara, primeiro celular desmontável. As principais partes dele (processador, câmera, bateria, memória e até a tela) são blocos destacáveis, que você pode tirar. Ou seja, dá para fazer infinitos upgrades no aparelho. E sem complicação: basta comprar novos bloquinhos e encaixá-los no chassi.

A PROPOSTA

A empresa pretende lançar o Ara no começo de 2015, por um preço bem acessível. Ele vai rodar o sistema Android e estará disponível em três tamanhos: pequeno (4,5x11cm), médio (6,8x14 cm) e grande (9x16 cm). Com o tempo, o Google lançará novos bloquinhos para atualizar e incrementar o celular, como câmera melhor e processador mais rápido.

O RESULTADO

Se a ideia pegar, poderá revolucionar o mercado de smartphones. Diminuir bastante o dinheiro que as pessoas gastam com eles. E, de quebra, economizar matérias-primas e amenizar o problema do lixo eletrônico (só na Europa, 100 milhões de celulares são jogados fora a cada ano, e 80% deles vão parar em lixões).

Ara, Nos EUA: a partir de R$ 122, projectara.com

1. Hora do universo

Este relógio de pulso usa um sistema mecânico de 396 peças para marcar a hora e mostrar a posição de seis planetas em relação ao Sol. Cada um é representado por uma pedra preciosa.

Midnight Planétarium - Na Europa: R$ 595 mil - vancleefarpels.com

2. Sob medida

É difícil encontrar fones de ouvido que se encaixem perfeitamente às orelhas. Mas se você baixar o aplicativo NRML e usá-lo para tirar uma foto das suas, receberá fones sob medida, produzidos com uma impressora 3D.

Normal - Nos EUA: R$ 483 - nrml.com

3. Limpeza 360

Este aspirador de pó robótico é o primeiro capaz de enxergar o ambiente em 360 graus. Por isso, limpa melhor e mais rápido, sem ficar batendo nas paredes e nos móveis.

Dyson 360 - Na Europa: R$ 3.100 - dyson360eye.com

4. Cofre de praia

Quando você vai entrar no mar, o que faz com o dinheiro, o celular e as chaves de casa? Deixa na barraca? Existe uma solução melhor: guardar nesta caixinha, que é protegida por uma senha de três dígitos e fica presa à cadeira de praia.

AquaVault - Nos EUA: R$ 97 - theaquavault.com

5. Mesa amiga

Ela tem sensores que monitoram a sua postura enquanto trabalha. Quando vê que você está parado há muito tempo, automaticamente sobe ou desce 2 cm, para forçá-lo a mudar de posição. Também vira standing desk (para usar em pé).

Stir - Nos EUA: R$ 9.445 - stirworks.com

6. Caneca mágica

Coloque qualquer bebida nela e um visor mostrará o valor calórico, a quantidade de cafeína e de açúcar do que você está tomando. Como? O fabricante diz que o segredo é uma tecnologia de análise molecular - mas não explica como funciona.
Vessyl - Nos EUA: R$ 220 - myvessyl.com

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Super 345 - Falta de sol e a polêmica da vitamina D Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças. Assine a Super Compre a Super

Superinteressante ed. 345
abril/2015

Falta de sol e a polêmica da vitamina D
Por anos, o sol foi um vilão da saúde, e aprendemos a nos esconder dele. Hoje, mais da metade da população tem níveis baixos de vitamina D. E isso pode estar ligado ao aumento nos casos de depressão, câncer e outras doenças.

- sumário da edição 345
- folheie a Superinteressante

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